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Perguntas Frequentes

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O que é radioterapia?

A radioterapia se baseia no empego de radiações ionizantes para tratamento, utilizando diversos tipos de radiações e diferentes energias que podem atingir o local dos tumores ou áreas do corpo onde se alojam enfermidades, com a finalidade de destruir células. A radioterapia pode ser usada para destruição ou reduzir o tamanho de tumores, alívio ou diminuição da dor oncológica, estancar ou evitar hemorragias, além de tratar algumas lesões benignas. Seu efeito ocorre apenas na área onde incide o feixe de radiação. O médico radioterapeuta delimita cuidadosamente a área que deverá ser tratada, clinicamente ou, preferencialmente, com auxilio de exames de imagem, e a ela dirige o feixe de irradiação.

Quais são os tipos de Radioterapia?

A aplicação da radioterapia pode ser interna ou externa, chamados respectivamente, de teleterapia e braquiterapia, e cada uma delas ou ambas deverão ser empregadas ao mesmo paciente na dependência da necessidade de cada caso. Na teleterapia a fonte de radiação está distante do paciente e são usados aceleradores lineares ou unidades de Cobalto 60. Já na braquiterapia a fonte de radiação está junto à área que será tratada podendo moldá-la (moldes) ou ser 
colocada dentro do tecido que será tratado, isto é, intersticialmente (implantes).

Quais as indicações de Radioterapia?

Esta pode ser usada para tratamento de tumores malignos (câncer), alguns tumores benignos (meningeomas, adenomas hipofisários, etc.) e algumas patologias benignas (profilaxia de quelóide e pterígio, processos inflamatórios articulares, malformações arteriovenosas cerebrais, etc.)

O que é radioterapia externa?

Na radioterapia externa o feixe de irradiação é originário de uma máquina que está posicionada a certa distância do paciente. Este geralmente é colocado sobre uma mesa apropriada do aparelho. Nesse tipo de radioterapia são utilizados Aceleradores Lineares ou Unidades de Cobalto 60.

O que é simulação e planejamento?

Antes de iniciar o tratamento é realizada uma simulação em um aparelho de fluoroscopia ou tomógrafo, onde o radioterapeuta delimita a área a ser tratada e a ser protegida, após a imobilização adequada e a demarcação na pele ou em uma prótese especial feita para o paciente, além da aquisição de imagens para documentação do caso. Após isso, serão realizados cálculos pela equipe de física médica e/ou a definição do número de campos a ser utilizados no tratamento, preferencialmente realizados com o auxílio de um sistema computadorizado de planejamento. A simulação deve demorar alguns minutos, o planejamento minutos, horas ou dias, porém o tratamento requer apenas alguns minutos para sua realização. Em geral são realizados diversos dias de tratamento, com o auxílio de um técnico especializado em Radioterapia, e em todos eles deve-se reproduzir a mesma área definida na simulação. Podem ser necessárias diversas simulações, 
chamadas ressimulações, e novos planejamentos ao longo do tratamento.

O que é braquiterapia?

Braquiterapia é o tratamento realizado quando se coloca a fonte de irradiação junto à área que será tratada, podendo moldá-la (moldes) ou ser colocada dentro do tecido que será tratado, isto é intersticialmente (implantes).
Para sua realização são utilizados isótopos radioativos, como por exemplo, Irídio, Iodo, Cobalto, Ouro, entre outros. 
Quando se utiliza um isótopo com baixa atividade a braquiterapia será realizada de uma forma lenta e é denominada braquiterapia de baixa taxa de dose. Nesse caso, em geral, o paciente deverá ficar internado durante sua realização, com exceção para quando se usa isótopos com baixa energia, e, portanto, com baixo risco de exposição das outras pessoas à radiação. Quando o isótopo tem alta atividade a braquiterapia será realizada de uma forma rápida é denominada braquiterapia de alta taxa de dose. Esta, em geral, é realizada ambulatorialmente. Há, também, a braquiterapia de média taxa de dose. Os cálculos para melhor forma de distribuição das fontes radioativas e o tempo necessário para a realização do tratamento podem ser feitos manualmente, mas são preferencialmente realizadas por softwares especialmente desenvolvidos para a técnica empregada, isto é, são realizadas por computadores.Os procedimentos mais freqüentemente realizados incluem o tratamento de câncer colo uterino, endométrio, próstata, pulmão, de partes moles, mama, boca, esôfago, olho e cérebro.
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