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DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O LINFOMA

15 de setembro marca a data na luta pelo diagnóstico precoce

 

Mais de 1milhão de pessoas em todo o mundo vive com linfoma e cerca de 1 mil são diagnosticados todos os dias com a doença. Apesar dos números assustadores, a maioria dos pacientes ainda não é corretamente diagnosticada. Esses são dados da Coalizão Linfoma (Lymphoma Coalition), rede mundial de pacientes com linfoma, que originalmente criou a campanha de conscientização que tem como meta a luta pela prevenção e diagnóstico precoce deste tipo de câncer.

 

Os linfomas são uma forma de câncer que acomete o sistema linfático, responsável pela defesa do organismo contra infecções e doenças, que tem origem nos gânglios linfáticos e que se distribuem por todo o corpo. De acordo com o Radio-oncologista, Dr. Paulo César Canary, o tecido linfático é encontrado por todo o corpo, motivo pelo qual o linfoma pode ser primário de diferentes órgãos e tecidos, inclusive ossos.

 

O linfoma não Hodgkin possui cinco vezes mais incidência se comparado ao de Hodgkin, podendo ocorrer em qualquer idade. Porém, nos últimos 25 anos, o número de casos em pessoas acima de 60 anos dobrou, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA).

 

“O linfoma de Hodgkin é marcado pela presença da célula de Reed-Sternberg, que são as células B maduras que se tornaram malignas. É mais comum em pessoas com idade entre 15 a 24 anos e maiores de 60 anos”, esclarece Canary. “Já o linfoma não Hodgkin pode derivar tanto das células B quanto das células T ou as células NK, conhecidas como natural killers. Esse tipo de linfoma pode apresentar comportamento indolente ou agressivo, que na prática significa de rápido crescimento, e também acomete todas as idades, porém é mais frequente em pacientes acima de 60 anos”.

 

Segundo os dados do INCA, em 2017, são previstos no Brasil mais de 10mil novos casos do linfoma não Hodgkin e cerca de 3mil novos casos do linfoma de Hodgkin. Dentre os principais sintomas, o especialista que faz parte do corpo clínico da Radioserra – Centro Regional de Radioterapia aponta a febre, principalmente vespertina, perda de peso inexplicável, ausência de apetite, fadiga, coceira excessiva na pele, sem lesão de pele, sudorese noturna excessiva e aumento indolor dos linfonodos no pescoço, axilas ou virilhas são alguns dos sintomas mais comuns que podem apresentar a algum tipo de linfoma.

 

No que diz respeito ao diagnóstico, o especialista pontua que uma das grandes dificuldades no diagnóstico correto da doença é que existem mais de 60 subtipos de linfoma. Os mais comuns são o linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin. Apesar de serem considerados doenças malignas que mais respondem positivamente ao tratamento da quimioterapia e radioterapia, com chances de cura de até 75% em pacientes com linfoma de Hodgkin e 25% com linfoma não Hodgkin, segundo a Sociedade Brasileira de Cancerologia, o diagnóstico correto é fundamental para a resposta positiva ao tratamento.

 

O especialista ainda pontua que dentre os principais exames para o diagnóstico, estão o exame clinico e a biopsia, mas que também se fazem necessário outros exames como tomografias, ressonância, ultrassom, rx do tórax, dentre outros.

 

Após a confirmação do câncer, a maioria dos linfomas é tratada com quimioterapia, radioterapia, ou um combinado das duas. A quimioterapia consiste na combinação de duas ou mais drogas. A radioterapia é uma forma de radiação usada, em geral, para reduzir a carga tumoral em locais específicos, para aliviar sintomas, ou também para reforçar o tratamento quimioterápico, diminuindo as chances de volta da doença em localizações mais propensas à recaída.

 

“A conscientização aliada ao diagnóstico precoce pode possibilitar a cura, ou seja, é de extrema importância que haja esclarecimento da população”, finaliza o radio-oncologista Dr. Paulo César Canary.

 

Mais informações sobre o corpo clínico e os serviços oferecidos, podem ser obtidas e realizadas na sede da RadioSerra – Centro Regional de Radioterapia, que fica localizada na Rua Dr. Sá Earp, 309 – parte - Morin, pelo telefone (24) 2246-1724, no site www.radioserra.com ou no e-mail contato@radioserra.com.

 

SERVIÇO

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