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DIA DO MELANOMA É LEMBRADO NO AUGE DO VERÃO

Diagnóstico da doença é simples e deve ser feito por dermatologista

 

O verão é uma época de dias ensolarados, o que atrelado às férias é um convite para a praia, piscina ou simplesmente sair à rua para passeios. Por isso, é preciso estar atento à saúde. A exposição solar em excesso é o principal fator causador do câncer de pele. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, o INCA, no Brasil, este é o tipo de câncer mais frequente e corresponde a cerca de 30% dos tumores diagnosticados em todas as regiões geográficas.

 

Em dezembro de 2016, uma campanha nacional, o Dezembro Laranja de iniciativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) pelo terceiro ano consecutivo alertou sobre os perigos de se expor ao sol sem controle. Dentre as ações estabelecidas, o movimento “O corpo fala – cuide da sua pele”, que alertou para os fotodanos gerados pela exposição desprotegida aos raios solares. Fotodanos são chamados todo e qualquer problema na pele causado pelo sol. A exposição solar excessiva e sem proteção pode causar sardas, rugas, melasma, queimaduras, que apesar de menos graves que o câncer de pele não devem ser menosprezados.

 

Mas as ações e a lembrança referente à doença não pode ficar apenas por conta das ações em dezembro. Os cânceres de pele podem ser classificados em dois tipos: Melanomas e Não Melanomas.

 

Os primeiros, lembrados especialmente no dia 01 de fevereiro de cada ano, são lesões que se originam de pequenos nevos escuros, o que é chamado popularmente de sinais. Esses sinais são lesões muito agressivas e se diagnosticadas já com algum grau de evolução são incuráveis e podem inclusive levar a morte. Seu tratamento é complexo e envolve cirurgia quase sempre radical e até quimioterapia nos casos mais graves.

 

Já os Não Melanomas são lesões bem mais comuns e felizmente muito menos agressivas que aparecem na pele integra como uma ferida que não cicatriza, geralmente em regiões de grande exposição solar, como no nariz, nas bochechas, nas orelhas e nos ombros, por exemplo.

 

“A radioterapia é indicada principalmente quando há o risco ou suspeita de doença residual, ou seja, pós ressecção ou em casos em que a intervenção cirúrgica poderia provocar uma deformidade muito grande, notadamente em regiões faciais como canto dos olhos, canto da boca, nariz e pavilhão auricular. Nestes casos não é realizada a ressecção e a irradiação é feita de forma exclusiva e curativa, com excelentes taxas de controle comparadas a cirurgia”, afirma o médico.

 

Dr. Eduardo explica ainda que no caso de câncer de pele, como é de localização superficial é necessário à utilização de um tipo especial de radiação: o feixe de elétrons. Como se trata de radiação particulada ela é a mais adequada para uso em lesões superficiais, liberando dose na superfície da pele e com praticamente dose zero a 2 ou 3 cm abaixo, o que se torna muito indicado uma vez que o risco de complicações nos tecidos subjacentes é mínimo. Segundo ele, é preciso observar ainda o tamanho e localização da lesão, se há envolvimento de osso e cartilagem adjacente e o grau de invasão, se houve algum tratamento prévio e a condição clinica do paciente.

 

O protocolo de tratamento segue os mesmos princípios dos já utilizados para outros tumores, sendo realizado uma vez ao dia, cinco vezes na semana, em torno de 10 minutos cada sessão. O acelerador linear Elekta Precise da RadioSerra, possui várias energias de elétrons e já atende a pacientes do SUS e convênios que necessitam deste procedimento.

 

Mais informações sobre o corpo clínico e os serviços oferecidos, podem ser obtidas e realizadas na sede da RadioSerra – Centro Regional de Radioterapia, que fica localizada na Rua Dr. Sá Earp, 309 – parte - Morin, pelo telefone (24) 2246-1724, no site www.radioserra.com ou no e-mail contato@radioserra.com.



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