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DADOS ALARMANTES SOBRE CÂNCER DE MAMA

De acordo com estatísticas, uma mulher é diagnosticada com a doença a cada 03 dias em Petrópolis

 

Já é sabido por todos que o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum em mulheres na faixa dos 45 a 60 anos, com cerca de 58mil novos casos por ano no Brasil, e estimativa de 90 casos para cada 100 mil mulheres para o Estado do Rio de Janeiro.

 

De acordo com o Radio-oncologista Dr. Paulo César Canary, membro do corpo clínico da Radioserra – Centro Regional de Radioterapia, “em Petrópolis, cidade que de acordo com o IBGE possui cerca de 300 mil habitantes, dos quais aproximadamente a metade são mulheres, pode-se esperar o surgimento de cerca de 140 casos novos anuais de câncer de mama, ou seja, quase 12 casos por mês, ou 01 caso novo de câncer a cada 03 dias no ano de 2017”, pontua.

 

A campanha do Outubro Rosa ressalta a importância dos exames periódicos para o diagnóstico precoce do câncer de mama, mas, após o diagnóstico, é hora de ver qual o tratamento se enquadra melhor a cada paciente. Na busca da cura para o câncer de mama, pode-se utilizar três formas de terapia: cirurgia, quando o tumor é retirado, a quimioterapia, quando se coloca um medicamento na veia ou via oral, destruindo as células que estão espalhadas pelo corpo e a radioterapia, onde as células são eliminadas de forma localizada.

 

Os tratamentos podem estar interligados, como explica o médico radio-oncologista Dr. Antonio Abido, também membro da RadioSerra – Centro Regional de Radioterapia. “A radioterapia é um tratamento local contra o câncer, assim como a cirurgia, destruindo as por meio de radiação ionizante, que é o raio x que usamos para fazer imagens, mas com uma energia muito maior. Quase sempre esse tratamento é utilizado em conjunto com a cirurgia”.

 

O tratamento pode ser feito antes da cirurgia com o objetivo de diminuir a doença, facilitando a retirada do tumor, como também pode servir para esterilizar o leito cirúrgico depois da realização da cirurgia. A radioterapia pode ou não ser usada junto com a quimioterapia e, quando usada sozinha, pode ser usada de forma radical com intuito de curar e melhorar os sintomas.

 

No câncer de mama inicial é possível a terapia de conservação da mama que é tão eficaz quanto realizar a mastectomia. Em vez da retirada da mama, é retirado apenas a região onde está o tumor e a radiação se encarrega de esterilizar o restante da área operada. “Após fazer uma cirurgia conservadora na mama à radioterapia, podemos conseguir obter resultados iguais, semelhantes à retirada total da mama”, explica Dr. Antônio.

 

“Para tumores avançados em que se tem comprometimento de linfonodo ou da pele da mama, antes é realizada uma mastectomia ou a quimioterapia de redução, geralmente após tem a indicação da radioterapia. Cada caso é avaliado e o objetivo é o controle local e diminuir abruptamente o risco da volta da doença na mama”, completa.

 

No câncer de mama inicial a radioterapia se tornou extremamente útil e eficaz com o controle local da doença e fazendo o tratamento de cirurgia conservador em que equivale a cirurgia radical, que seria a retirada. Outro papel da radioterapia quando a doença está bem avançada, no caso metastático, é o alívio de dor e sangramento.

 

Um dos efeitos colaterais da radioterapia é que há mudança de pigmentação na pele, como se tivesse sido feito um bronzeamento artificial. Os melanócitos são alterados e as glândulas cebáceas também, assim a produção de gordura na pele diminui e ela tende a ficar mais ressecada, aumentando a chance de ter alergia local. Por isso é indicado o uso de protetor solar e cremes hidratantes.

 

Os cuidados durante o tratamento de radioterapia são basicamente cuidados locais para evitar possíveis linfedemas, inchaço no braço. “Com o lado operado e onde estiver sendo feita a radioterapia, a recomendação é que a paciente evite pegar peso, ficar em locais muito quentes e fazer esforço com o braço onde foi feito o tratamento. A pele merece mais cuidado na hidratação, e evitar pegar sol durante as sessões e até 06 meses depois para que a pele volte à cor normal mais rapidamente”.

 

Em média, com a mama presente, geralmente são 30 sessões, sendo 25 em toda a mama e 05 somente no leito cirúrgico. Se a mama já tiver sido operada, estiver só o plastrão, podem ser feitas apenas as 25, divididas em dias úteis.

 

Sobre o tipo de tecnologia usada, Dr. Paulo César Canary ainda pontua que atualmente são usadas técnicas simples como o 2D, bem como o IMRT ou IGRT que são as mais sofisticadas. “Na prática o tratamento em 3D oferece segurança e confiabilidade e efetivamente é a modalidade mais usada para o câncer de mama”, detalha.

 

Para finalizar, Dr. Canary afirma que “como a mortalidade anual é de um caso para cada 04 diagnosticados, ou seja, 25%, pode-se esperar cerca de 35 mortes anuais causadas por esta doença apenas em Petrópolis. Isto é uma tragédia anunciada que pode ser facilmente revertida com o diagnóstico precoce e tratamento adequado, na maioria das vezes praticamente isento de qualquer tipo de sequela”.

 

Sobre as ações promovidas em prol Outubro Rosa a RadioSerra está engajada na campanha em parceria com a APPO – Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos e a Prefeitura Municipal de Petrópolis, patrocinando eventos, cursos, camisetas, bem como dando suporte na conscientização da população sobre esta problema tão comum, mas que se diagnosticado precocemente de alto potencial de cura.

 

Mais informações sobre o corpo clínico e os serviços oferecidos, podem ser obtidas e realizadas na sede da RadioSerra – Centro Regional de Radioterapia, que fica localizada na Rua Dr. Sá Earp, 309 – parte - Morin, pelo telefone (24) 2246-1724, no site www.radioserra.com ou no e-mail contato@radioserra.com.

 

SERVIÇO

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